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Saiba como lidar com o déficit de atenção nas crianças

Saiba como lidar com o déficit de atenção nas crianças

Oi meus amores, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Hoje quero falar de uma síndrome caracterizada por desatenção, hiperatividade e impulsividade: TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). Basta pesquisar na internet para descobrir que esse é um problema muito mais grave do que parece: atinge de 3 a 6% das crianças em idade escolar!

Essas crianças, muitas vezes, tem uma inteligência normal ou acima da média, mas têm dificuldade para aprenderem ou até para se relacionarem. O problema é que a maioria têm como característica o fato de não conseguir concluir tarefas normais e isso afasta a criança do convívio social, deixando-a estressada e triste.

Se a vida de uma criança com TDHA não é fácil, a dos pais não fica atrás. Primeiro é necessário diagnosticar a síndrome e isso nem sempre é simples. Os sintomas devem perdurar por mais de seis meses e dependem de muita atenção para serem confirmados. Por exemplo: na primeira infância os portadores de TDAH são crianças inquietas e agitadas, que tem dificuldade de ajustamento, são desobedientes, facilmente irritáveis. Olhando assim, muitas crianças parecem se encaixar nas características, certo? Por isso é tão complicado se chegar ao diagnóstico!

Mas e quando os médicos chegam a conclusão de que a criança/adolescente tem a síndrome, como encarar o fato? A jornalista Gabrielle Chimento Alves, mãe de 3 filhos, entre eles o Gabriel, de 9 anos (que descobriu ter TDHA há quatro anos), explica o que fazer. “Uma boa dica para começar é pensar que é um dia de cada vez, a mudança não acontece da noite para o dia, ela vem de forma sútil e sem traumas. Importante dar ouvidos ao seu filho e prestar atenção aos detalhes e ideias de como ele pensa e gosta de viver, só assim, você vai poder conversar com as pessoas que fazem parte do convívio dele, e quando você menos esperar sua vida estará se encaixando. Eu não ensino o Gabriel, ele é quem traz experiências para minha vida. A mensagem que quero deixar é que as mães e pais de TDAH são de uma linhagem especial, escolhidos para viver um mundo diferente, sem barreiras e paradigmas”.

Hoje em dia, Gabi é uma especialista no assunto. Escreve sobre o tema em um blog e faz campanha entre as amigas para ajudar outras mães. Mas nem sempre foi assim. Ela enfrentou profissionais despreparados e preconceito. Sofreu. “Culpava meu marido, educadores, questionava até DEUS dizendo: – você me deu esta vida, por onde começo? A culpa era grande e a busca por respostas intensa e difícil. Um sentimento de incompetência batia e me deprimia. Mas a dificuldade faz com que a gente naturalmente cresça e se torne forte. Foi aí que percebi que tudo percorre de maneira tão perfeita em nossas vidas. Aprendi a ser mãe e ainda muito criativa”.

Decidi tocar no assunto porque, dia desses, enquanto conversava comigo pela internet, Gabi me pediu que a ajudasse em uma campanha. Nem sabia o que era, mas topei. Quando soube do que se tratava e me aprofundei no assunto então, não tive dúvidas. Gabi, conte comigo! Essa luta não é só sua, é de milhares de mães e esse blog serve pra isso mesmo: trocar ideias, promover um bate-papo virtual. Quem sabe a experiência de uma mãe não ajude outras! Eu tenho certeza de que sim!     Fonte

DISTÚRBIO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO NO BRASIL

DEFICIÊNCIAS ESPECÍFICAS – sites no brasil

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SÍNDROME DE ASPERGER NO BRASIL

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